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Propósito e EspiritualidadeDecember 18, 202575 min

Maternidade real: o que ninguém te preparou para sentir

Summary: Neste artigo, Jocely Hofmann — hipnoterapeuta clínica e mentora existencial radicada na Suíça — compartilha encontre significado e propósito na sua jornada. ele nunca dava a resposta de moldejada ele respondiu de uma pergunta com outra resposta justamente pra fazer ativar a mente que foi em das coisas mais preciosas que Deus não deixou porque quando você está estimulando uma pergunta o outro é obrigado a pensar quando ele pensa mais e descobre mais sobre ele, dobro todo, sobre os

card music e aí e aí deixa eu virar minha câmera tá virando já vira aqui eu tô aqui enviando aqui para algumas pessoas vamos chamar galera como eu não consegui fazer histórias ai eu vou mandar para que longuemos algumas pessoas que poderam agora estar interessado nosso papo né amor vamos embora vamos embora que o objetivo é contribuir né mesmo sempre enviar esse paradinho vamos ver a canja tem alguém que que legal seja muito bem-vindas e você já muito bem-vinda meu amor é um alegre indenso sabia eu não ia tão bem sabe que eu estava pensando agora a gente vai entrar direto no assunto que sabe por que a gente está aqui agora nesse exato momento porque a gente se permitiu olhar para cima sim não é verdade se a gente estivesse desistido da gente a gente não teria que querendo contribuir e a minha frequência não teria batido com a tua para a gente se encontrar exatamente não é porque até pouco tempo atrás a minha frequência não é a mesma que eu tenho hoje e a gente acaba atraindo é incrível né aquelas pessoas que estão vibrando na mesma frequência que a gente e assim às vezes a gente fala do nada né não é do nada a gente sabe né não é que não o quanto a gente tem trabalhado para avançar cada dia um pouco mais né sim eu vou falar que a gente está me admitindo eu acho entrei de direto assim direto no assunto né não mas é legal porque assim o que são as conexões né Jocely é quando a gente não se permite a gente até já conversa sobre isso não é verdade as coisas não fluem as pessoas não chegam porque você está fechada exatamente aí o fluxo não flui não manda porque você está perdida de você procurando fora de você e quando você está perdida de você buscando fora você não sente a necessidade de olhar para você porque você está na busca de preencher um vazio que existe você que você muitas vezes não dá nenhum nome não só consegue dar o nome desse vazio eu mesmo durante muito tempo você que sem conseguir nomear esse vazio que muitas pessoas mais de 90% das pessoas tem esse vazio existencial em algum lugar né só que está lhescondido porque o ego não deixa ele admitir eu estou feliz a pessoa vai coletando essa máscara de felicidade quando ela está em caixa talvez esteja tentando se encaixar em modelos sociais exato mas a gente não cabe em modelo porque a gente é único e a gente geralmente não entende isso só que o nosso necessencial longo da nossa trajetória ela sempre vai nos pedindo ela sempre vai nos pedindo eu me recordo não faz ideia ainda desse movimento desse de nada diferente ao conhecimento o que interior nada disso trabalhava na seguimento de variejo de alimento tinha um carguelar mas eu me lembro que os dias passavam que eles eu chegava em casa exausta dores de cabeças diárias tem tempo para mim sem tempo para a medida de causa dos filhos sem tempo para nada chegava em casa só queria descansar só queria ibernar e aí é para um banho e quando tava lá geralmente o banho é um momento tão nosso e quando tava no banho ali fechava os olhos naquela água caindo na cabeça e aí eu vim vindo e você entra no momento de reflexão e me vinha assim o que você tá fazendo da vida da sua vida e aí vinha aquela vinha uma frase assim você pode tanto mais wow é sobre isso é sobre esse nível de questionamento se observar e ter a necessidade de se questionar é verdade é mas eu insisto muito sobre isso com as minhas clientes no fato de que se você não está se percebendo, se você não está se observando você está vivendo em vão eu tinha essa sensação de estar vendo a vida passar exato e a gente pode passar muito tempo ou a vida inteira exatamente muitas pessoas façam a vida inteira e não consegue ativar esse questionamento e muitas vezes até pessoas religiosas que têm espiritualidade mas Jesus, por exemplo, ele veio pra ensinar o que? ele nunca dava a resposta de moldejada ele respondiu de uma pergunta com outra resposta justamente pra fazer ativar a mente que foi em das coisas mais preciosas que Deus não deixou porque quando você está estimulando uma pergunta o outro é obrigado a pensar quando ele pensa mais e descobre mais sobre ele, dobro todo, sobre os outros e quando a gente está nesse questionamento cara traz uma paz cada vez que você tem mais as costas porque pra estar nesse questionamento a gente também precisa ter empado muita coisa sim porque é só ficar no julgamento exatamente, exatamente e tudo aquilo que eu julgo me vem na minha... eu acabo manifestando aquilo na verdade, o julgamento é o alto condemnação sim nós subermos bem nos julgamentos é difícil porque a gente já já está tão condicionada sim lembra outro dia a gente conversando eu te comentei são os mães e como é difícil você?

eu tenho três filhos como é difícil às vezes você chegar num momento em você entender que você não é mais a mesma pessoa eu tenho três filhos com idades bem distantes uns dos outros, um de 25 vai fazer 26, um de 19 e uma menina de 9 e a mãe que eu sou pra Analaura hoje não se parecem absolutamente nada com a mãe do Gustavo de 25 eu não sou mais a mesma pessoa e aí o portável que ainda mora comigo de 19 anos, ele... nossa Laura se fosse comigo na minha época não era assim não e aí eu virar pra ele falar o tável você tem razão a sua mãe realmente não saberia reagir dessa forma, não saberia agir dessa forma a mãe da Analaura hoje a Beatriz de hoje sabe? a Beatriz de hoje é uma pessoa diferente e é sobre isso e eu fui a melhor que eu pude ver pra você o melhor entendimento que eu tinha na vida não cabe em certo ou errado é no melhor que eu sabia fazer e provavelmente daqui 5 daqui um ano daqui um ano eu já vou agir diferente e é sem trocinha gente não é a mesma pessoa ao longo do tempo então não dá pra ficar se julgando ou principalmente julgando outro também é verdade porque quando a gente vai chegar a mesma é perca de tempo né B.A perca de vida literalmente falando na caí essa ficha uuuu, rameia que cada ficha tem sacrifício que se fez atrás um processo de entrega pra cima de questionamento sobre si quem sou eu de verdade quais são a verdade né?

sem todo condicionamento mental que eu fui expor-se até o dia de hoje né? se eu não for esse personagem que eu acredito ser quem sou eu né? quem sou eu de verdade se tirar minha profissão se tirar minha marido minha filha minha estrutura familiar meus amigos o que que resta você?

eu eu sou eu de verdade né? e é isso, essa busca esse auto-gustionamento olhar pra si é isso, esse questiona todos os dias como eu estou um meu nível de de enxergar outro porque eu já consigo me enxergar melhor cada dia mais como que tá para com outro eu estou só vendo de semana com o flip-suri ele fala muito do sentir a gente falou sobre isso lembra? e fala sobre o ver e o enxergar que mesmo a outra vez de uma câmera tu pode expressar eu estou vendo, estou vendo baseando o autoconectado contigo e quando eu decido te olhar sim tu sente de lá estou te enxergando é olhar além do que os olhos podem ver exatamente e é sobre isso quando você começa a olhar pra você nesse lugar que tu chega e quantos mulheres não se permitem viver ainda isso porque elas têm medo do caminho né?

do processo que tu tem que viver? é muito cultural, é muito cheio de crenças né? muito muita coisa muita coisa que dói muito sim inclusive esse inclusive esse lugar a gente tem que olhar pra esse lugar de todo mundo com carinho é verdade é o que precisa pra alguém entrar nesse processo e a gente fazer essa pergunta também como foi pra você esse movimento de começar a olhar e começar essa luz e começar o necessário olha como é necessário muita coisa o necessário eu olhar pro personagem que eu crei sabe e falar é isso eu que quem era forte determinada alegre, feliz e estava sempre lá presente e hoje estava me fadando estava me mochando estava me às vezes até ignorando porque eu estava com o ego tão muitas de nós mulheres a gente se coloca no pedestal né?

e quanto mais a gente quer mudar o outro mas a gente sabe fala sobre quem deveria estar sendo mudada sim que somos nós mesmos então isso eu estou falando sobre mim porque essa foi a necessidade quando cairam fichas que comecei outro conhecimento eu fui falsado porque eu senti esse vazio eu tinha um família um marido porque me amava maravilhoso eu tenho hoje graças a Deus uma filha lá do financeiro tudo mas existia algo dentro de mim que eu não conseguia preencher então eu tinha duas opções eu continuaria mentindo para mim mesma e dizendo eu sou feliz apesar do fazio ou eu olhava esse vazio e daí eu peguei e eu ia comesta e estava lá olha para si vocês conseguem que você precisa para mim chega agora basta mesmo que doura eu vou os poucos mas eu vou e quando você comecei a buscar as pequenas respostas quanto mais eu apanhava de eu apanhava metaforca e eu estou falando porque quando você está se liberando de crenças de paradigmas de traumas sabe doi é por isso que os vincedores de baratona que soem no palco ou de qualquer outra esporte que seja eles são vencedores porque eles conseguiram vencer as dores ali todo dia olhe no pé o treinamento tudo isso mas a gente esquece muito tempo eu passei nesse lugar esquecer que eu precisaria viver um processo na pele e não só aqui porque eu acho que muitas pessoas que viram que vão assistir a live depois que são terapêutas elas vão se identificar com isso um curso, mais curso, mais curso, mais curso e a gente nunca se sente totalmente capaz demora para cair a ficha de botar voz no mundo aí eu cheguei nesse perigo e falei se poxa eu estou investindo tanto o meu tempo minha energia e isso é minha prioridade e por que que eu não boto minha voz no mundo que oismo é esse mas para isso foi preciso eu olhar para Deus já tira foi preciso eu fiz monte de voltas, monte de volta corte, não quero ser racional sabe, neurociência, é e finans tudo foi necessário para que eu tivesse essa compreensão hoje tudo que eu fiz mas eu estava correndo do Deus eu estava fugindo do Deus quando você vai se olhar para você e conhece Deus é olhar para Deus não tem o meu caso na verdade eu acho que a vida olha para mim atrás de a história de vida a vida toda sempre me chamou sempre me chamou como chamou nós para falar a verdade mas aí você não olha enquanto você não olha o que a vida vai fazer vai realmente tanto a porta vai te trazendo a oportunidade hoje a gente não sava mais bombas falar problemas ou não a vida de aprendizado já me manda a cabeça e aí a vida eu me casei muito cedo no primeiro caso eu fui às 15 anos de idade não sabia eu me casei às 15 anos de idade tive uma relação de 14 anos com pássimas filhas se você conversar com mim com uns 5 anos atrás eu ia falar com meu ex-marido um cafajeste sem vergonha que homem não presta que isso que aquilo aconteceu na minha vida essa seria minha fala hoje eu sou grata ao meu ex-marido do Elton pelos filhos que nós tivemos na nossa relação porque foi uma separação muito difícil uma separação muito dolorosa para mim eu também sei que nossa união ela foi necessário para várias coisas que aconteceram tanto na minha vida quanto na dele e que eu sou só quem eu sou hoje devido tudo que eu vivi inclusive no acasamento com ele isso é um raio o raio é um raio também de teles colhidos e aqui eu não muito as nas muitas de nas mulheres a gente condena com o homem pai dos nossos filhos em dois filhos com ele enquanto eu fico nesse momento de ódio vamos falar sem como ficam os meus filhos é exato eu não deixo os meus filhos livres para amarem um pai e quando você faz isso você se está cortando as ais deles literalmente e isso também é olhar para a gente porque porque é olhar para nossa história é exato ouveram não cabe mais erros ou acertos e é um pouco mais profundo vivemos dois filhos inclusive nas relações porque a gente não sabe quem é a gente não sabe como a gente não sabe o que quer para a vida e é só quando você entra nesse campo que você vivem com as as novas vivem relações realmente inteiras olhando pro como ele é se olhando para você e aí você não aceita o que não faz perfeito exato exato não porque o outro é ruim, não é bom não entra mais nesse campo é porque não as pessoas não têm os mesmos objetivos, objetivos comuns porque para um casal tem que haver objetivos comuns tem que haver a sua individualidade tem que haver que ter o objetivo individual exato com certeza e é isso que vai mudando tudo né e quando você começa a entrar nesse movimento e você começa a entender o que você quer o que você é o que você aceita você nasceita na sua vida quais são os seus valores como a gente estava vendo esta manhã quais são os seus valores o que é importante para você na vida isso muito porque as pessoas que têm essa pergunta às vezes a gente confunde os nossos valores os valores sociais e às vezes a gente traz os valores que são os nossos pais muitos os nossos valores que nós somos condicionamento mental que vendem eles a começar pela religião exatamente tem tantas coisas que a gente traz a escolhina e feminina da mãe, do pai e ali a gente não percebe e a gente acha esses são meus valores será mesmo quando a gente começa se questionar no fundo quais são os meus os meus reais valores lá, homens finalmente não é tanto isso que eu pensava será que esse valor não tava ligado a minha mãe será que esse valor não tava ligado a minha mãe o pai eu nunca percebi eu tô trazendo ele junto comigo talvez isso possa estar bloqueando na minha vida. A gente quer agradar, né? Exatamente.

Passa muito tempo da nossa vida querendo agradar. E para que? Para sentir amado, para sentir a ser...

Vista, né? Vou te retomar a questão. Como que você começou a olhar para ti?

Então, o meu processo foi bem interessante. Como eu falei pra você, vida batendo, lindo, né? Em 2019, eu resolvi sair da CELT, já tinha tomado uma decisão em sair e sair.

Deve levou alguns anos, né? Para sair da empresa. Fiquei um ano, curtindo a maternidade da na Laura.

Não tinha podido aprovar os meus dois cilis mais velhos e fiquei nesse movimento. Depois de um ano, uma mulher independente, trabalhou vinteira e se se fazia alguma coisa de novo. Mas a CELT tem uma coisa mais sentido para mim.

E aí, você foi empreender. Ela empreender com que? Estava num processo de magrecimento, cozinhei a vida toda, gosto, adoro cozinhar.

O cozinhar tem muito a ver com o meu servir, porque eu descobri porque que eu amo cozinhar dentro do mapa de nascimento. porque está muito relacionado ao meu servir ao outro, ao meu servir na humanidade. Então, eu achava que eu gostava de cozinhar, por gostar de cozinhar.

E não é? Eu amo lindo. E a...

O que eu mais me lembro que, às vezes, que eu mais me sentia preenchida, feliz, não era estar cozinhando. Era quando eu servir a mesa. E eu via na autonomia das pessoas a mesa, comendo aquilo que eu preparei.

A felicidade, em estar comendo e está gostando. Está que uma beleza. A gente diz assim, ele ama cozinhar.

O prazer dele é o hobby dele. E é ver o gosto desse pessoa. Você vê que ele fica...

Ele tem estas e só de estar preparando para que ele é ambiente. Eu acho maravilhoso isso. Não nasce.

Às vezes, eu tenho que ir. Às vezes, eu estou muito acreditando. Azeio.

Então, eu vi aí. Eu resolvi aprender a arrondar no milítero. Eu fui empreender com marmita saudáveis.

Eu tenho até hoje a empresa Vídeo Leff. A gente trabalha com marmita saudáveis congeladas. Entrei para grupos de empreendedorismo.

Nisso, a minha espiritualidade já havia se desenvolvendo. Já havia me chamando há um tempo. Mas eu estava vivendo a vida.

Em um belo momento em 2020, num grupo de empreendedoras que eu participo, as meninas colou um desafio. Um desafio que, na verdade, era totalmente voltado para o Instagram para a gente se soltar para alavancar vendas. O fomo era isso.

Se mostrar, fazer store, fazer vídeo, tal, para distravar a gente para a gente melhorar, faturamento. E aí, eu resolvi me entregar nesse negócio de corpo e alma lavados, rasgadas de que for. E que foram duas semanas minha filha que eu chorei mais que não sei o que.

Porque os projetos, as atividades de desafio, na verdade, eram as atividades de alcancimento de desenvolvimento. Fui que empurrada. É bem que empurrada.

Teve carta, teve tudo, menina. Eu falei. E conto mais eu ia fazer nos exercícios, eu falei, gente.

Eu vou. E eu achava que o meu prêmio, que o prêmio é maravilhoso, que era o primeiro lugar, que era uma vaga, numa grande evento que tem aqui na baixada, que eu vou ter visibilidade, né. A empresa vai melhorar, e tal.

Resumo. Eu me entreguei de corpo e alma para o negócio. Mas eu não ganhei o primeiro lugar.

Eu ganhei o segundo lugar. Só que no final das contas, as meninas conversaram com uma das outras participantes do grupo, que ela é epinoterapial. E ela trabalha com medicina germânica, Danie, Danie, Danie, ela canachiro, depois eu até coloco Instagram dela aqui.

E a Danie me presenteou com um... É um tratamento todo, uma foi uma sessão de... Foi a Pia.

É a de terapia. Aí a gente trabalhou a F.P e Pinoaterapia. Então foi o primeiro momento que eu tive contato com essa busca, com esse desenvolvimento, com o alco conhecimento, com a terapia sutis.

Com tudo isso. E dentro da epinoterapia, eu pode vivenciar coisas muito poderosas, coisas muito fortes, traumas, muito profundos, coisas que sozinha não é possível. É verdade.

Pinoaterapia, acho que ela encurta o caminho, vai muito direto, mas a pessoa precisa estar tronta para fazer. A pessoa precisa estar na entrega, a pessoa precisa querer sair do controle. Sim, porque é um tempo que eu tenho como fazer de nada.

Mas quando você exige esse soltar da parte da pessoa que já está cansada de lutar contas, já está cansada de resistir a vida, já está cansada de repetir ciclo, já está cansada de ser vítima, mas já está cansada. Em geral, os clientes de Pinoaterapia estão nesse estado. Já saturado, né?

É, já vem pedir no seu corpo, foi o meu caso. E em uma sessão, cara, foi incrível, porque como eu te falei hoje, eu me vivia me iludindo, porque tinha perdido o meu pai. Sabem essas mentirinhas que a gente conta para a gente mesmo, é que a gente está acostumada a se contar?

A gente resolve, a gente escolhe continuar a contar, e eu vivia nesse lugar. E depois de uma sessão de Pinoaterapia, a gente teve a reação, como eu te falei, nem o corpo todo tremia antes da sessão. O suconciente, ele já estava fervendo, buboleando para sair, sabe?

A falta de perdão, o rancor, a amargura, a falta de amor, sabe? O sentimento de rejeição de ter largado pelo pai, menos que eu tenha visto só apenas duas vezes ele na minha vida. Mas estava lá dentro da minha criança ferida, sabe?

E aí, daí, daí também que venham o meu vazio, lembra? Eu te falei antes. Sim, sim.

Eu demorei muito no meu caso, demorou algumas sessões até a gente chegar na reis profunda, que eu te falei, né? De foi da violência tradicional. Hoje eu não tenho problema em falar disso, mas foi muito difícil chegar nesse lugar.

Eu tinha muitas questões com minha mãe, e só hoje eu entendi, assim, linguagem de amor, por exemplo. Eu tenho uma linguagem de amor, minha linguagem de amor principal é adulto-acfízico. Eu sento necessidade de abraços, sabe?

Que lembraço aquela coisa, bocada. Eu sento necessário em todos os meus tipos de engolacionamento. E a minha mãe, a minha mãe, ela é serviço.

Ela é totalmente serviço. Então, minha mãe, ela expressava por ela, por nós, pelos filhos, da forma que ela mais sabia, imagino, hein? Só que como eu tinha sempre tive, né, essa linguagem de amor de...

O que eu queria, que eu... O que havia criança esperava da mãe, como forma de amor, era beijo, era abraço, era botar no colo, era desecitivo, isso é que é minha filinha. Então, eu não me senti amada.

Não, que é minha mãe, não me amava. São coisas completamente diferentes. Mas a criança, ou até mesmo adolescente, não consegue ter essa compreensão.

Então ficaram muitas coisas guardadas ali, e na IP noterapia foi limpando, até que a gente entrou numa das raízes mais profundos de traumas minhas, que foi a questão do abuso sexual, que eu sofri aos nove anos de idade, e travou muita coisa na minha vida. Mas muita mesma, era tão profundo isso em mim, que eu passei a aceitar a vida como sofrimento. Até chegar ao momento da terapia, eu aceitava a vida como sofrimento, e tinha escolhida.

Talvez até escolhido viver no sofrimento, e assim que é por si... O paga é culpa muito forte, né? Por si eu senti a culpa do paga.

E quando eu entrei nesse momento, foi muito, muito difícil. Porque por muitos anos, a coisa na consciência é tão... é tão devastadora, que eu tinha duas datas de aniversário.

Eu tinha um meu aniversário biológico, e a minha mente lembrava todos os anos, como se fosse um aniversário do abuso. E eu tenho que ter uma vida muito difícil, muito difícil mesmo. Mas quando eu consegui entrar ali, quando eu consegui pegar minha criança, e mostrar para ela, dizer para ela, que aquela violência tinha a dizer sobre o meu agressor, e não a mim, e não a ela, que as ações dele eram dele, que não tinha culpa, que não tinha como possível fazendo aquele momento, porque eu consegui me abraçar, e é incrível como tudo mudou.

Tudo, tudo, tudo mudou. E inclusive a minha vida íntima, absolutamente, imagina porque está totalmente conectada. A vida íntima.

Assim, é antes da hipnoterapia, depois eu até o processo com a Dani, eu era uma mulher que não tinha absolutamente voz nenhuma, no que se tratava de vida sexual. E hoje, hoje, eu sempre com meu marido, até hoje, sem problema, nem tivemos uma conversa esses dias atrás. Amor, isso isso, isso, ok, legal, eu gosto, tal, mas assim, assim, eu não quero tudo bem para você.

Saber expressar, comunicar o que você deseja, não o que ele deixa de fazer, sem baixo toda a diferença. A gente esquece que a comunicação é alma de tudo. É como eu me expresso com ele, é como ele vai querer se expressar comigo, se comunicar comigo.

Nós, como tinha começado a falar sobre esse pódio que a gente coloca, ter destal, que a gente se coloca com a mulher, e muitas vezes a gente não está no nosso lugar. A gente está assumindo o lugar do marido. Nossa, muito bem.

A gente quer dar ordens para eles. A gente quer ser mãe deles. Conta os imensis.

Só que a gente não percebe, tem que falar um pouquinho baixo que eu estou te ouvindo. Mas ele já entendeu. Ele vai bobo.

Sai desse pódio destal, assumi que, nem sempre a gente está certa. Porque a gente estaria tempo ter certo. Olhar para se questionar como a gente começou a falar antes, assumir que talvez o teu tom de voz para com ele, não é tão legal.

É bem. É assumir que, ele precisa que você guia os passos dele. Ele precisa, só que você seja você.

Que você seja mais feminina, que você seja mais aberta, mais onciva, mais sexo, mais autêntica, mais natural, mais expansiva. Que ele possa olhar para você e falar, essa foi a mulher que eu escolhi. Que o teu marido possa olhar para você e falar, caraca, que molete, eu tenho velho.

A bolsa em consto. Isso é olhar para si. E quando eu começo nesse movimento de olhar para mim e valorizar com a potência que eu sou, que eu estou me aproximando da essência, né?

Que é o que a gente está fazendo? Eu vi deitifico tanto com a minha essência que com essa sentia em meu poder. E eu saio do julgamento.

Eu saio do julgamento, deixo. Começou a soltar os poucos o controle. E é gostoso sair do controle.

É verdade. A gente não sabe o quanto é bom sair do controle. É porque, gente.

A gente se deixa guiar... Com o nosso ego. Guiar pelo nosso ego, pelo nosso pensamento.

A gente se mistura, a gente se identifica com o nosso pensamento. E nós não somos os nossos pensamentos. Nosso pensamento.

A essência. A gente se identifica com o nosso corpo. Ai, eu já não estou legal.

Ai, via, não sei o que. Fiqui no socorro, né? Aí, falar pro marido.

Ai, eu já não estou legal. Depois, a família, a gente não está legal. Ei, acorda.

Você está legal. Porque você que manda na sua mente e sua mente que manda no seu corpo. Não pode ser o contrário.

E Deus está lá. Corra da... A corra da filha.

Sou tu, te esperando teu movimento. Você mistura aqui. Olha mais pra ti.

E ali eu estou. O aquele que está procurando, que eu estou procurando nós. Que nós estamos procurando.

E já está esperando pela gente desde sempre. As pessoas têm criou-se uma cultura. principalmente muito relacionado a algumas religiões também.

Em que aqui não é o paraíso. Eu ouço muito isso. Que aqui não é o paraíso.

Como se eu... como se a terra não fosse um lugar de felicidade. Como se a terra é apenas um lugar de provas de espiação.

É, provas de espiação. Mas não é mais momento disso, não. Algumas gerações para trás, a gente sabe que sim, ouve um movimento muito forte onde haviam muitas batalhas.

Haviam muitos sacrifícios, né? Cherações inclusive dos nossos pais e as anteriores. Viveram vidas difíceis realmente.

Mas a nossa geração e as próximas... Já tem a festa tanto coisa, né, Lia? É um momento diferente.

A gente está no momento de transição do letáguia. A gente está no momento de aprender, devoluir pelo amor, não mais pelo ador. Existe uma acessibilidade a tudo tão gratuito, tudo é tão fácil hoje.

É verdade. Agora, como chegarmos nesse movimento? Olha, não para si.

Olha, não para si. A gente precisa tirar o foco de passado ou o futuro. Trasia presença.

Hoje, o que que eu faço hoje? O que que eu faço hoje para entrar nesse caminho? Eu entro nesse caminho de me olhar com verdade.

Eu posso fazer hoje para sair dessa sistema com falas. Sai da hipnatic. Sai da hipnatic.

E passava de agulha. E passava viver a vida sobre os meus termos. Como eu me visto, como eu ando, que eu falo, que eu como...

É realmente que eu quero. Ou eu estou condicionada. Exatamente.

Os relacionamentos que eu tenho, os relacionamentos que eu tenho, as músicas que eu ouço, aquilo que eu assisto, as pessoas que eu sigo na internet, condiam. É realmente o que eu quero para a minha vida? O que eu estou alimentando o meu espírito a minha mente e o meu corpo?

A reflexão profunda, Bia. A partir da uma vez, a gente começa a fazer as perguntas e deixa que as respostas venham. Tem que esperar um resultado.

É a gente que está ainda do controle do resultado, que é um das coisas mais fizesse de fazer. Porque a gente quer controlar o como e a gente não quer controlar o resultado. E o tempo que vai chegar.

Atenção. E essa questão do querer controlar o como nos impede de sonhar. Exato.

Porque como a gente quer ter acesso e controle ao como a gente não se permite sonhar grande. Porque você olha para sua realidade atual ou para aquelas habilidades que você julga, ter ou não. E você mesmo já se condemana.

Não posso sonhar com isso. Porque isso não posso ter ou isso não posso ser. Porque eu quero saber o como eu preciso do como.

Eu não simplesmente deixo o sonho vir. E eu encontro no movimento. Porque eu como vender depois.

Exatamente. Precisa sempre do primeiro passo. Deus, ele vai sempre dizer, eu volto sempre para ele.

Porque é onde eu estou fundamentada. Então eu acho importante dizer porque ele fala sempre sempre para todas as nossas escolhas. Deus nunca vai falar nada para as suas escolhas.

Ele sempre vai falar assim. Se você quer para a esquerda, a esquerda não é favorável, ele também vai falar assim. Como para a direita, quer assim que é favorável para você.

É a tua escolha porque ele sabe que se a esquerda não é foro-voreável. E você tem o liviavítero. Você quer ir lá.

É uma grande oportunidade que você aprenda. E para a direita da próxima vez. Então Deus é generoso até isso.

E sempre vai te falar assim. Em tudo. Mas a gente quer, não aí depois, a gente não quer entender.

As vezes a gente, como te faliança, as mentiras que a gente se conta para nós. Para si mesmo o tempo todo. Você fala, não, não é o tempo de Deus.

Não foi porque Deus não quis. Ah, não, porque se Deus não quis assim, é porque não tinha que acontecer. Será que você está fazendo a tua parte?

Será que ele tem sido a tua prioridade? Se está perdida em você mesmo, dando volta em torno de você mesmo? É tudo sobre você, mas nem tudo é sobre você.

E esse movimento que precisa ser acolhido. O que ter dado sem julgamento para trazer justamente o que? A consciência.

O que nos falta? Hoje você me fez uma pergunta assim, BOO! Qual foi sobre o último dia?

Se eu tivesse um último desejo que a deseja para o mundo. Pronto, acho que foi essa pergunta que você falou. Se você tivesse um gêneo da lâmpada, tivesse um único desejo.

E uma dor do mundo. E eu te respondi a primeira coisa que me passou pela cabeça. Foi consciência.

Consciência. O mundo precisa apenas de consciência. Quando ela chega na consciência, ele desenvolva o amor, que já estava dentro dele.

E é isso que a humanidade precisa demais, consciência. Isso só vem através do autoconcimento, olhando para si, voltando ao tema da nossa live. E tudo se conecta, BOO!

Sim, totalmente. Tudo se conecta, sempre onde conhece. E a córdica ocorre a despiritualidade tanto que você quiser.

Um dia ou outra, de cara com você, contou essência. Com a necessidade de meditar, com a necessidade de se centrar. Com a necessidade de justiência ao seu corpo.

Uuuu, quantas pessoas não se sentem. Não se percebem, não se reconhecem. Porque está na inconsciência justamente.

Exato. E esse é o movimento do que a gente está falando desde o começo. De olhar para dentro, olhar para si.

E se reencontrar. E começar a reencontrar. Se reencontrar.

Em outras pessoas, como eu estou se me reencontrando em você, viu? Lindo. E você vê como isso é tão incrível que é a partir do momento.

Porque a gente faz esse movimento. E começar a fazer esse olhar interno. Automaticamente você desenvolve o seu olhar mais empático.

De verdade. No olhar no outro, no momento em que ele está. Mesmo que ele ainda não esteja nesse momento.

Desse despertar, dessa consciência, dessa busca interior. Mas você desenvolve um olhar mais empático. Porque você aceita aquele tempo dele.

Começa a aceitar cada dia mais. Sim, eu não sei se ele é. Não é a gente de coloque.

Não é a gente de coloque. Aliás, é simples, mas não é fácil. Exato.

Mas é possível. É possível. O processo de autoconhecimento e de autoconhecimento, ele é um processo simples.

Exatamente. Tem que complicar. Não explodar.

A gente complica tudo. A gente está a verdade a gente complica desde o bem que ele está no bem. Não é bet.

A bet é uma amiga querida. Que entrou aqui. A bet é ela estudar, analise corporal.

Oau, era fantástico. Isso, acho fantástico. Ela estuda com a Rosanna de Nengue.

Maravilhosa, ela também. Já assistiu várias lives dela. Já viu alguns contornos dela.

É incrível. Nem nunca falava. Mas ultimamente tem vídeo muitos novos movos pessoas no rinferência.

Com um livro mais elevado. Nosso estava incrível. Você, muita frequência, parece que vão aparecendo.

Se você viu falar no Jacob, já. Nossa, o Jacob é demais. O que é isso?

Que isso é? Que isso é? É um referência.

Para mim, ele toca quando ele fala. E a base do que ele fala tem um tovelho que a gente está falando. Porque a partir do momento que a gente olha para a nossa...

Porque a gente passa a olhar para a nossa. A gente começa a nos distanciar do falso eu. Exatamente.

Se começa assim, não se identificar mais. Ou cada dia menos com o que eu falso eu. O que te permite estar mais quando é que está da construícência.

Que é Deus. De além do... É incrível.

É por isso que lembra quando a gente está falando via sobre o julgamento no começo? Quando eu estou no julgamento, eu não estou no amor. Se eu não estou no amor, eu não estou na minha essência.

Se eu não estou na minha essência, eu não estou com Deus. Eu posso me iludir que eu estou conectada com ela. Porque eu acredito que eu tenho uma fé que me leva.

E eu não faço nada para me imisotinhar. Porque se eu não realizo, a minha fé também não é fundamental de verdadeira. E eu continuo mitsindo.

Então... Verdade. Olha pra você.

Olha pra ele. E a gente se encontra. Aí a gente começa a descomplicar, né, via.

Nós... Que... Que tiram contato aqui, outro ali, não por mal.

Porque passaram foram cicos. Não faz mais sentido. Mas sentidos foram cicos que se fecharam.

E eu aceito fechar um ciclo com a aceitação? Você vê que o Fabiano fala muito sobre isso, né? Nós temos muita dificuldade em encerrar-se.

É o fato... Porque ele é uma fé agubia. E nós não permitimos que o novo chegue.

Nós não permitimos que o que é nosso chegue. E aí a gente muitas vezes fica preso em ciclos de dor. E dentro da incontroquia sem nem me ouço de perceber isso que é incrível, né?

Totalmente inconsciente. Totalmente inconsciente. O mapa de inocimento, o mapa de inocimento traz tendências nossas que mostram como a gente reage as coisas.

Como encontrar seu propósito de vida?

De forma totalmente inconsciente, com base em traços que a gente já trouxe. Exato, é muito possível. É muito importante.

É muito importante fazer uma leve só sobre o mapa, via. Vamos, sim. O mapa foi super disruptivo para mim.

Ele me clarou muito sobre mim. E como eu faço agora a mapa de algumas pessoas, como é bonito ver? Você consegue ver a essência das pessoas.

Eu fiz uma mapa de uma amiga e segiu. Faz pouco de isso, mas na sexta-feira eu fiz uma mata dela. E ela é uma super empreendedora.

Ela criou um projeto para empreendedoras. E o mapa dela é totalmente voltado à literança para uma idade, ainda trazendo harmonia. É coisa mais vinda.

Então assim, hoje ela está num momento de vida muito, ela está super sobrecarregada. Então está gerando ansiedade. Porque ela não está conseguindo dar foco.

O que é a essência dela? Quando eu pergunto isso, eu pergunto isso para ela. Se você fosse...

Se você fosse... Se você fosse... Da que seis meses...

Você vai morrer. O que você faria? E aí ela já virou de cara?

Eu ia viver para a empreendedora assim, assim. Porque é o projeto dela. Então assim, quando você para até a tassa e fala muito isso, a morte...

A morte ela traz uma vida. Na presença da morte, a vida se faz presente. Porque tudo que é realmente importante aqui fica.

Todo resto cai por terra. Todo resto. Então é essa pergunta.

É muito importante a gente fazer algumas vezes para a gente. No dia de seis meses, será que um mês, será que um ano... Como é que hoje virar as clavas você tem em 365 dias de vida.

A partir da resposta dessa pergunta, é o que você deveria estar fazendo desde já. Desde já. Porque é essa realmente a vida que o teu coração te pede para viver.

É bem por aí, sobre isso. Tem duas em amigas aqui, que eu fiz com elas, o mapa de nascimento, a Laila e a Gabi. Oi amor.

E é impressionante. Eu também, eu tinha uma crença. O ajudamento mesmo era crença e o ajudamento.

Foi conceito. Eu achava que se sim, se não é por de nascimento, não funciona muito bem. Porque na verdade, olha só, a ignonância.

Eu falava assim, é muita página para ler. Não tem paciência. E esse aqui...

Eu nunca atasse ela explica o dúrdio, uma forma tão leve e tão simples. Que você entende a necessidade da numerologia, do mapa de nascimento na sua vida, como ela desneia... Oh, que é uma cote, curando.

Ela discreve isso com tanto Lail do que é simples aprender com eles. Isso é lindo. E quando eu fiz o meu com a tasse agora, no curso, falei que cara...

Que é simples. E a linda já te dá uma paulada, tipo, ó, aqui é só sombra. Você precisa olhar para a sua sombra com amor e carinho.

E aqui é a tua luz. É onde você já inestra. Você já pode falar sobre isso.

Você já tem autoridade para falar sobre isso. Esse é a tua luz. Que tal vim aqui e bouxcar essa luz.

E colocar nessas sombras aqui que você já identificou aqui, ó. Você é isso aqui. Aí às vezes a pessoa fala assim, não.

E me aconteceu. Não, mas isso não se eu. Por exemplo, a pessoa se achava, se determinou, tímida.

E daí ela tinha três... E a comunização. Ela tinha três, três.

Eu falei, não, não. A ver, elesmente não dá para correr. Eu, eu tenho propósito.

Eu teo distino. Não tem para... Aí ela se assina, mas eu sou muito tímido.

Eu tenho uma básica quando eu falo na frente do meu chefe. Eu tenho uma básica. Mas não tem que entender.

Não precisa, você não fala. Esses têm muitas formas de expressar como licação. Exatamente.

É, é que... Ah, a interpretação do mapa ela não pode ser literal. Ela precisa estar no contexto da pessoa.

Às vezes, da forma de expressão dessa pessoa é a dança da música. É a pintura. Mas existem...

Existem um desequilíbrio, entendeu? Então, estava perceptível mesmo para ela, mas ainda havia resistência. O falta de alcoguincimento.

Mas aí o mapa não mente. A gente vai com a carinho com amor, junto com ela, levando pelas mãos e vai colocar luz. Onde existe ainda a resistência.

Como seria se você se colocasse neste sessão? Daí eu perguntei para ela, por exemplo, dentro da sua casa. Quem é que fala mais?

Quem é que se comunica mais? Ela... Quando você está com as suas amigos na intimidade, é aquelas pessoas que você tem confiança.

Que você já tem a rábita de estar com aquelas pessoas. Quem se comunique, mais é pessoa mais engraçada. Quem é a pessoa que alimenta, que sustenta ali o grupo.

Ela... Nossa, eu... Eu falei, mas se só está um pouco desalinhada, porque isso precisa ser trabalhado, para poder ser visto, sabe, liderado, algumas coisas.

Para você começar a ser aceitar, que você nasceu com a comunicação de todos os fomos por círus que você aceitar. E daí a gente foi trabalhando aos poucos. Hoje ela consegue se expressar.

Ah, que é maravilhoso. E aí, quando a pessoa fica alinhada com a vibração, com a frequência das númeras dela, parece que as coisas começam a fluir. É completa, ela não sei incrível.

O meu marido, por exemplo, o meu marido, ele tem umaapa muito forte. Um falar aqui, porque ele me permite, ele está dentro desse processo de autoconhecimento, de desenvolvimento, e está sendo muito desafiador para ele. Ele tem umaapa muito espiritual.

Oh, muito espiritual. Ele tem 11, ele tem 7, ele tem 9. E ele tem 4.

Então, o maior desafio dele é em servir a humanidade através da fé. Só que ele até esse momento de vida dele foi um cabeça dura. E na questão da aceitação do outro, no momento em que ele está.

E a pessoa... Ah, mas a pessoa que é essa pessoa não tem consciência. Eu joelho, por aí, eu falei.

Hoje eu falei, ele fala amor. É justamente isso. É verdade.

É isso a falta de consciência. Ela não tem consciência. Então, você que já tem esse olhar desperto, você tem uma responsabilidade ainda maior, no entendimento da vida.

Porque quando a pessoa está completamente no escuro, ela age e reage sem... sem noção. É verdade.

Mas a partir do momento, que a gente está nesse momento, e que a gente deu essa acordada, não vamos ser muito feitos. Teremos nossas falhas ao longo do caminho. É um processo muito difícil, não simples, mais desafiador.

Soltar o controle, como a gente está falando soltando, o controle é uma coisa que precisa de mais uma vez. É um... precisa de um treino, precisa de muita responsabilidade, precisa estar atento, precisa estar presente, tempo todo.

Porque se não, você vai não tomar o que precisa, você vai embora do julgamento para conseguir. Então, se a gente já está nesse... se a gente acordou, já entendeu que a vida não é só isso.

A gente tem uma responsabilidade maior. A gente tem uma responsabilidade maior, inclusive, nas falhas. Inclusive, quando a gente entra no julgamento do outro, total, porque a gente já entendeu que essa pessoa está fazendo aquilo, porque é o que ela dá conta.

Exatamente. É o que ela dá como fazer. Ela é que dá não sabe fazer diferente.

Meu marido é dificultamente estressado no trânsito, mas é muito estressado. Será que essa pessoa não está vendo que ela pode causar uma cidente? A maior essa pessoa não está pensando.

Exatamente. A gente não está no piloto, estou pensando. Ela está respondendo, falsoeu dela.

Achando que está na consciência. Mas o que eu vou fazer? Então, amor, faço o seu melhor.

Falei. Falei o seu melhor. Direi de atenção.

Não reaja. Não reaja. Não reaja um julgamento.

Não reaja a uma fechada. Não reaja aquela bicicleta, aquela moto que vem na contra mão. Não reaja.

Reagia, como diz o Diego, reagia se identificar com a pessoa, com o acontecimento, com o momento, com a situação. Se você se identifica, você se mistura com a pessoa, com a energia da pessoa, com a situação, com as pessoas que estão dentro da situação. E você se torna aquela situação.

Ou seja, você já afinestra a porta, a janela, por onde viria a solução. Exatamente. Sim, percebemos que a gente vai mais além, porque quando a gente entra nesse campo de acontecimentos, você vai entender um pouquinho sobre a vibração.

Claro que seria tema para uma outra live. É verdade. Nós falamos sobre olhar para si.

O que é olhar para si? Nós já fizemos um resumão. Olhar para mim tem a ver com...

Até o que a gente falou hoje, tem a ver com me reconhecar com a minha alma, com quem eu sou de verdade, em resgatar os meus sonhos. Eu não havia me permitido mais sonhar, e tinha aceitado uma vida qualquer. Então hoje é isso.

Hoje eu resgatei os meus sonhos. E eu entrei em um movimento de eren busca deles. Porque não basta só sonhar, você tem que agir.

Não importa como... Não importa como... O quanto mais consultando.

O que importa é que hoje eu sonho novamente. Bem, eu permito que esses sonhos sejam do tamanho que eles vierem. Porque se eu sou capaz de sonhar, sou capaz de realizar.

Bem, isso. É olhar para mim, é olhar para mim como mulher, como ser humano, como ser... como ser de luz.

É olhar para mim hoje, como mulher, eu estou sem filtro aqui agora, mas que a gente já foi também. E olhar com carinho, não carinho. Pra as máquinas da bonita.

Claro, buscando melhorar, buscando cuidar desse corpo, que é aqui o templo, o templo do meu espirito, que essa casa, essa casa da minha alma, enquanto a gente está aqui na Terra. Exatamente. Com amor, honrando-se o corpo, honrando meu corpo.

E quando a gente faz tudo isso, o outro também faz. E quando a gente faz isso, a gente vira luz na vida das pessoas. As pessoas acabam olhando para você e queremos saber qual é esse caminho.

Não é nada, né? Você vira exemplo. É, porque é só o exemplo que é rasta, né?

E ele é um mundo. E para você, o que é olhar para você? Nossa.

E para olhar para você e olhar para mim, justamente saído com trole. É aceitar o que eu não gostaria de aceitar. O olhar para mim é ter força suficiente para ir lá no forumculo, enfiar uma agulha e ver os poses para o dia.

E falar, eu assumo isso. Foi a minha, por as minhas escolhas lá de trás. Na inconsciência, que me trouxe até esse forumculo.

Então eu aceito que ele precisa ser furado. Uuuuh! Basta lá no peito e volta.

Eu aceito minha aceitar. Eu aceito não correr mais de mim mesmo. E se olhar para mim, se critar, eu aceito não mentir mais para mim.

Eu aceito me valorizar o ponto de me dar prioridade. Primeiro Deus, segundo eu, depois meu marido, depois minha filha, depois meu trabalho, e tudo o resto. Para chegar nesse lugar de aceitação, onde eu estou perfeito, onde eu lá, porque tem muita coisa de fazer trabalhado.

Quem me conhece sabe, precisa olhar muito dentro. Precisa baixar as muralhas, precisa descendo pedestal, aceitar que não é sempre sobre você, que nem tudo torne, não tem um bigo. Olhar para mim, me permitiu, me entregar nas relações.

Porque a gente tem medo de se entregar nas relações. Porque a gente já foi tão filhida, as referências ainda tão fundamentadas aqui, programadas, que a gente tem medo de se entregar. Ah, que eles vão pensar de mim?

E daí? O que de pior pode acontecer, se ele pensar algo que eu não gostaria, que ele pensasse? Eu tenho controle sobre o que ele vai pensar sobre mim?

Absolutamente não. Eu tenho controle sobre o que? Eu tenho controle sobre o que?

Eu tenho controle sobre o que? Eu penso sobre o que eu espero, como ele olha para mim. E eu preciso esperar algo?

Porque eu já me dou esse algo. Eu já me dou esse algo e eu consigo olhar para ele querendo douar esse algo. Porque você já comendo, começa a verlo e você, você, nela.

Não, isso aqui é incrível. E tudo se conecta. E tudo se conecta.

Muitos relacionamentos via... Em casais, um funciona por quê? Cada um está esperando o outro que dá o primeiro passo.

As pessoas são tão condicionadas, achando que tem que ter o controle sobre tudo, querendo mudar tudo, querendo já ter um resultado desejado, porque a gente faz um cenário no nosso acabei, essa gente fica como tem que ser, como que a pessoa tem se comportar com a gente. Já percebeu? A gente cria inconscientemente, mas o mesmo tempo a gente sabe que lá no fundo a gente gostaria isso, só que não admiti.

E depois não tenha comunicação, assertiva ou natural, escutânea necessária, para poder se expressar, não atacando, mas falando assim, olha, esse é a minha necessidade. Não é o que eu sabe. Eu sei que você, mas eu tento entender, quais são as tuas necessidades.

Vamos falar sobre a necessidade. Fala para mim, eu sou uma mulher da tua vida. Foi você, foi eu que você escolheu.

Daí você abre espaço para o outro, e sem trega. E quanto mais a trega, em qualquer que seja o nível de relacionamento, isso se expande. Porque você se permite, se mostrar, tal que você.

Sem esperar apoio, sem esperar plausos, sem esperar que ele vai, como, da bichida, como, habitualmente, você espera que ele te critique. E se ele critica, que você está certo, está falando sobre ele. Você se sustenta, você se sustenta.

E então, mais esse lugar de, queita, tem um tempo certo. Eu estou fazendo a minha parte. E se olhar, é olhar para si.

É isso. É observar, e observar, sem me julgar. Sim, mais.

Me permitir, ser merecedora. Quantas pessoas não têm esse sentimento aqui? O mereço, então, o mereço, o batalhei, eu cresci, eu me frendeu, eu me acolhi, eu parei de correr de mim.

Se sabe quanto isso, pode mudar um casal? Porque você se permitiu se questionar, se observar, se em julgamento, olhar para si. E se é um lugar que, é necessário que a gente se coloque de questionamento.

Muito. Muitas mulheres estão na peira do divorcio. No famoso muito longe, eu conheço um casal.

É um casal próximo, né? Eles não são mais no casal. Eles estavam juntos a 16 anos.

Mas eles entraram num lupin da vida muito perigoso. Eles entraram numa inércia na vida, uma total falta de movimento. De ambas partes e entraram no silêncio.

E o silêncio para um casal é um dos piores lugares que existe. Está sozinha acompanhado. Porque precisa ter um diálogo como você mesmo estava falando agora.

Qual é a sua necessidade? O quanto a gente está disposto a servir o outro dentro do relacionamento. E não numa posição de submissão.

Exato. Exato. Não é uma posição de submissão.

É uma posição de troca. Nós mulheres, muitas de nós criadas por mulheres muito fortes também. Eu acho que eu estou com pouca bateria.

Eu perei. No comentário aqui. Comenta aí, Bia.

Comenta essa tá boa. Gente, adoro. Adoro.

Quanto nós? Espera. Quanto nós, como os criadas por mulheres muito fortes, dentro de uma sociedade e dentro de um período da sociedade em que crescemos ouvindo a seguinte frase.

Você seja independente. Não precisa de homem pra nada. Com o período.

Isso foi uma condemação, praticamente. Porque aos poucos, nós foi internalizando isso. Nós foi buscando essa independência.

Essa sou a supermulher. Tô uma amiga minha muito querida. Ela veio dessa empresa.

Demise-me, não me der ela. E a Demise colocou isso como uma fala muito legal. Complexo de Chirra.

Nós, muitos de nós, tem um complexo de Chirra. Desivou. A gente quer salvar tudo e todos.

A gente quer salvar a família, salvar a marido, salvar a amigo, salvar filho, salvar a pai, salvar a mãe. Só que isso tem um preço. E o preço é o que?

O preço é sua sanidade. O preço é o seu esgotamento físico e mental. O preço é sua becaga.

O preço é doença. O preço é falta de ferro de feminilidade. Porque quanto mais você vai trazendo peso para sua vida, você precisa engressar sua casca para suportar esse peso.

Exatamente. E aí a gente vai perdendo essa dostura. A gente vai perdendo essa sensibilidade que é a força do feminino.

Eu conseguia entender isso. Algum tempo atrás. A força do feminino não está em ser a foda que não precisa de nada nem de ninguém.

Muito bem,ita. A força do feminino está na sutileza. A sutileza.

A dostura. A mulher feminina é doce, que sabe quem ela é. Ela é magnética.

Exatamente. Ela é praipudo. Não é só aquela mulher que é principal.

Não é sobre o físico. Não é sobre o físico. É aquela mulher que conquista tudo que ela quer através da área da fala.

Exatamente. Exatamente. É aquela mulher que as pessoas olham e falam assim, nossa, o que ela tem?

Hum hum. Ela tem algo além. Ela tem algo além.

Émin tuition e esתי deใช summão, reis de casa. É… É solid enhances do monde e Freddie democratic, incinet arrangement da니까, sido diversas pessoas, como as sanidades e levas, quenamentalmente com uma história園 e encodável gallery de trad Для esitilities o meu barido tinha uma época, o meu atual, uma época ele virou e falou para mim assim, eu me sento um inútil aqui, eu não sei o que eu estou fazendo aqui, porque eu estava sempre afrentes de tudo, e tudo da vida, da família, ele não tinha espaço para virar nada, isso era não irraizado em mim, que eu ouvi uma vez, um chute dele em ele mora no Paraná, e ele trouxe uma, lá eles fazem um todo, em chamar, entreveram, é um mix de carnes que eles gostam de fazer, e eles usam, é um arado muito legal, você precisa de ver, e eu queria um para mim, para ele, ele me trouxe, aí ele falou o valor, e não já se ele chegou que eu fui ver, eu cheguei para ele e falei, Paulo, quanto que é mesmo negócio, me passa seu pix para te pagar, aí ele virou e falou assim para mim, eu só falo com o homem da família, sabe qual foi a minha resposta? Olha para você ver o nível de arrogância, eu falei, você está na frente dele, foi essa resposta que eu dei para o Paulo, naquele momento, ainda bem que o Jusson não estava perto, meu marido, porque eu acredito que ele teria se sentido extremamente, ou fingido, literalmente, e de uma forma inutilizado como homem, como assim a minha mulher está dizendo que ela é o homem da família da casa, você vê o que que é inconsciência faz, né, muito consciência permite o que o ego te domine, exatamente o ego, só faltei, não peito, fala isso, só faltou esse momento para se assim, a arrogância completa, o tradeu estava conversando com as amigas, e a gente falando sobre isso, falei, cara, se deixar, a gente pega o negócio e faz um lugar delis, porque às vezes é desse modelo, a gente morreu de vi, porque é um controle tão grande e às vezes, não, ele não faz nada, ou quem é que não está fazendo nada de verdade, ou porque não está fazendo nada de verdade, será que você não permite que ele faça, que ele seja ele, que ele se expresse como ele gostaria de se expressar, ou consertar alguma coisa na casa, você vai lá, você faz, porque ele precisa, quer dizer, está totalmente desejado de librar dos papéis, como a gente acaba sendo querendo ser a mãe, querendo ser o homem da casa, e onde está o feminino, é tudo isso, dia, travou pra mim, dia, dia, aqui, pena, dia, deixa eu chamar aqui, dia de novo, como eu faço, tem alguém que me chamou aqui, que eu preciso tirar, quem é que a Pinsantora, uma terapia, preciso chamar a Bia, mas eu não consigo, se eu tenho o pedido de entrada na live, daria pra você tirar, por favor, sobre o poder, não consigo mais, que sentir Então, ela estava tão legal.

Demoro, né gente? Para fazer lá aí, mas quando eu faço, não quero parar mais, né? Se já perceberam.

Agora eu fiz o pedido de novo pra via. Ai, sim, tchau! E eu bom beirindo!

Se vocês não estavam aqui desde começo, gente, volta e lá pra ver. A gente nossa conversa foi muito legal. Deixa eu ver se havia entra de novo.

Oi, gente, tudo bem? Na quinta-feira, seremos mais duas. Foi ser muito legal nessa conversa também.

Como se diz em francese de Jão-Rajui. Na seola, pra chegar na quinta também, pra gente bater um papo bem. De contribuição.

Pra as pessoas que tiverem presente, né? Ah, sim, tchau, meu amor! Vamos fazer uma live também juntas.

E monatô, na todas datas. Tô pronta. Acho que a abia tá entrando.

Cadê a abia? Entra abia? Coloquei pra abia aqui de novo.

Eu te fiz o pedido, voltou e cadê você quando tô ativendo? Ai, já fiz o pedido, aceita, amor! Que lindo é você, rei!

Você sabia que o universo, Deus, o criador, tá entrasido com pessoas assim. Como vocês duas aqui? Eu tô super feliz com minhas amizades, mas ultimamente tem chegada a pessoas assim.

Com frequência, cor amigiosa. Eu tinha caído, gente, sou porro. Eu falei que a abia cadê você?

Estava até um lição, não. Falei a equipe na serem um alimento. Ah, continuou ótimo.

Então, tá, sobre o que a gente tava falando? Alguém lembra? O que vocês acham é que eles são arrogantes como eu era naquele momento.

Mas, rato, o quanto a gente pode ser tão arrogante, sob não perder esse tal, não quer descer de lá, né, Bia? Aí depois, é pra de ver que tem um poder. E depois não sabe porque o relacionamento tá mal?

Exato. Porque você não tá feliz, você não tá contente com seu relacionamento, porque o teu vazio continua aí, perna menência aí, né? Porque você não tá contente talvez com a criação de seus filhos.

Você está aí em cima do PDC, não está? O que você vai fazer pra derrar? Obreca regada.

Exatamente. Você continua lá em cima no PDC, tem que descer, pega o escada. Dessa é os poucos, sabe?

Almente, o teu nível de aceitação, diminui o teu nível de desapego, de apego as coisas, aumento o teu nível de desapego. Adenize uma vez conversando com ela, ela me falou uma coisa que ficou marcando muito, ficou muito marcada na minha cabeça. Adenize na época tava fazendo uma sagem, né?

E a gente conversava muitas e respeito todo. E ela como se me sabe quando um homem, ele se sente extremamente amado, extremamente inteiro numa relação. Fiquei com aquela interrogação, né?

Gigantes, assim. Ela se nos sentiu quando a sua mulher se permite deitar a cabeça, não peito dele e descansar. Então eu salvo esse pra essa pessoa para o cliente, esse semana.

O que a espiritualidade tem a ver com o autoconhecimento?

Pedi carinho, vulnerabilidade, aceitação. Quando esse homem entende que essa mulher está com ele e precisa dele para as coisas mais pesadas da vida. Por que sobre isso, né?

O homem, ele tem a questão do proteção, da proteção mais forte, do da resolução das coisas, de diminui-se. E o cliente que é só com isso. E a gente poder estar livre pra gente fazer aquilo que a gente sabe de melhor, o cuidar.

O cuidar. Só que não tem que ter de ser de cuidar. Não que a gente precisa ser uma melha da vida, que a gente precisa de aventar o e tocar na cabeça e roda e pano na mão.

Não é isso. Filo contrário, esse valor é o olhar. É olhar para você, para o teu marido, para sua família, se você tem filhos.

A mulher traz a mulher que traz o belo para a vida. Exato. A mulher é curiosa.

É a mulher graciosa, a mulher poderosa, a mulher... É iluminada, porque olha o poder que Deus nos deu. Trazem-lo em ser humano para a faça da Terra.

A gente não vê por isso. Cara, ele não deu para o homem. Não que nós sejamos melhor do que o homem.

Mas a gente precisa reconhecer o nosso valor como mulher. É como essência feminina que dá a luz a um outro ser. Olha que mágica, que é isso.

Você dá... É capaz. Aí você se olha e fala, eu não sou capaz disso, eu não sou co-è capaz disso.

Sou capaz daquilo. Olha que tua capacidade... Tudoeu a vida, um outro ser.

A vários seres, no teu caso... Você quer que você... A capacidade maior.

Quantos homens não podem sentir uma cólica, velho? A gente... Espera, nove meses, com amor, com carinho, com paciência.

Ok, então, vez muitas pessoas não tiveram essa... Isso, mas eles tiveram chance de estar aqui. Sim, valorizar...

Quantos homens? Acho longo do tempo, né? Estões históricas, sociais.

Nós somos mulheres, acho que os homens também. Nós fomos perdendo uma coisa que hoje considero extremamente importante. Eu comecei a olhar para isso quando eu comecei a estudar e olhar um pouquinho para a questão da ancestralidade.

Quando a gente olha para as nossas estrais, muito importante, né, via... Para nós vivimos em comunidade mesmo. Uma...

É uma pessoa sentando a outra no emocional, no cuidado, apoiando a outra, né? A gente não tem isso hoje. Graças a Deus, eu vejo...

Não sei se você vejo também, mas estamos no movimento desse retorno. Exatamente, a rua, a rua que nós estejamos neste movimento e trazendo outras mulheres para esse lugar. De não preconceito, de não julgamento, em um lugar de aceitação.

Ok, está muito o tempo. Calma, respira. Está bem já que está lá na frente.

Eu também não respeitei o meu tempo. Respira. Isso não vai se facilitar o processo.

Aseita no teu processo. O nosso feminino foi muito podado, ao longo do tempo. Verdade.

Existem algumas... alguns ripuais, né? Alguns ripuais pela dança, alguns ripuais pelas plantas, pelas flores, que terretras esse resgate do feminino que é tão importante.

Uma das mulheres hoje tem muita dificuldade de expressar o feminino. Nós mulheres... As muitas mulheres são travadas, realmente.

Tem um corpo mais travado, mais duro, onde é uma coisa natural da mulher, movimento de quadril, o movimento do reboado. É tão que o feminino, tão natural, que não tem uma questão de vulgaridade, tem uma questão não, é um movimento lindo, o batalhante. Eu posso ser porque está...

Desculpa, via. Imagina. É mais que eu que caí na hora...

Ah, agora me dê o rune. Ah, nega escuro. Desculpa, brutal teu rato.

Não dizem que ele é uma mulher. Se hoje quando as pessoas, sociedade, vê uma mulher extremamente dentro da sua feminilidade, expressando a sua sensualidade, ela está achada, ela é criticada. Ela é criticada com uma mulher vulgar.

Exato, exato. Mas aí, o quanto a gente, às vezes, não se identifica com essas críticas e não deveria. Quando a gente está nesse lugar, a gente aceita que ele está no tempo dele e ele saudá o que ele tem.

Então, isso não está falando sobre mim, está falando sobre ele. E aceitar que ele tem esse comportamento, porque ele está na consciência. Aí está tudo certo.

Agradece o que tiver que ir nos caminhos. Exatamente. Porque, não sei como falo, que a maçã, não sei o que.

Maçã podre não leva a pedrada. Alguma coisa, não sei. Tem uma expressão que fala que, se você não se expõe, você não está seguindo, que eu estou falando.

Acho que eu estou entendendo. Só não sei expressão. No sentido de que a gente sempre vai ser criticada.

Sempre. Sempre. Se você fizer bem, se vai ser criticada, que é a percepção do outro, não é a percepção.

Que o bem para ele pode ser o mal para você. Então, a gente sempre está sempre sendo criticada e vai ser assim até o dia último, dia da vida. E você aceita que seja assim, eu estou começando a feitar.

Esse fome não é o que é difícil para mim. Principalmente, para a minha família de origem, eu entrei um movimento, principalmente, quando eu fui assumir... Ficou de a delisagem, não lembro que não dá fruto, não leva a pedrada.

Exatamente, obrigada. Assumir-se meu novo eu. Na verdade, não é o novo eu, é o meu verdadeiro.

Assumir... É isso. Mostrar para as pessoas quem eu sou de verdade, e tendo a certeza de que eles podem me amar mesmo assim.

Minha mãe, meus irmãos, deles, eles entenderem que o meu entendimento de espiritualidade é diferente do deles. A minha mãe é católica, meu irmão do meio também, ele vive mais dentro da igreja católica. Eu tenho uma amiga dentro de igrejas evangélicas, até outro dia, eu fiz um vídeo falando muito sobre a gente ouvir a nossa intuição.

E essa minha minha amiga, não tenho irmãos, só tenho irmãos e essa minha amiga eu considero minha irmã. E ela fez um comentário no meu vídeo assim, que ela considera que essa intuição, ela chama da voz do Espírito Santo, falando com ela. E não é porque nós temos entendimento diferente da espiritualidade, que eu há menos pontos de vista diferentes que levam o mesmo lugar.

E exatamente quando as pessoas entenderem que não é sobre crença, não é sobre que isso é. Aonde a gente chega, onde a gente quer chegar a ir no amor genuino, no amor ao próximo, vivendo na nossa atenção que você tem que ter divina, eu, em maior bêstria de Jesus, meu irmão, Jesus, Jesus, pra mim, ele veio aqui e ele não deu uma cartilha de azer, de como é poluíso. E que nós não seguimos os passos de Jesus, pra nós é muito difícil dar outra face.

A gente ainda não tem muita identicação, ainda com falso eu. Sim, muita agência. Eu não vou deixar que ele não vou deixar barato.

Eu ego falando gritando, isso é caro. Isso comigo, imagina. Só com o depomego.

Quem ele vê o que acontece comigo, porque eu sou, e a firma aquela frase, não eu sou, se a gente soubece, o poder que tenha frase, eu sou, e o que vem seguida, tanto no negativo enquanto no positivo, tem a afirmação da insensão. A gente vê, eu sou, tudo que segue atrás do eu sou, se concretiza. Então se você está falando, eu sou, com falar, desorganizada, meu Deus.

Eu sou, entendeu? Eu sou inteligente, eu sou capaz. Tudo isso, o nosso subconsciente, como a gente voltando lá atrás, é uma representação de Deus.

E ele só fala assim, assim como Deus, o nosso subconsciente, que nos comanda a maior parte da tua vida, e tempo todo, porque você não faz a presença para você, para saber quem você é. Esse mesmo subconsciente, ele só fala assim para todas as suas escolhas. Quando você afirma que eu poder da palavra, eu sou desorganizada, ele vai te dar mais oportunidades para que você entenda e confirme que você...

Assim, agora, se você escolher como seria seu afirmasse impositivo, mesmo que agora não acredito um pouco, mas eu vou afirmar, porque existe um processo, um mecanismo de aprendizado, um modo de aprendizado, deslamiamente, que é baseado ou não trauma, ou num processo de repetição. Eu sei que eu preciso repetir aquilo, reprogramar aquilo, que eu quero alcançar. Então, não quero mais se desorganizada, então, não vou afirmar, eu sou desorganizada.

Não, eu sou organizada, eu tenho disciplina, eu sou disciplinada, até que aquilo vai se tornar... Não, sabe? Isso é um programa só mais, mas a gente não observa nem o que a gente fala, né, Bia?

Aí, se está se demolindo, falando, ah, eu sou gorda, ah, eu sou isso. Ah, mas eu sou baixinha, tem que botar salto, ah, eu sou isso... Se demolindo, e daí eu subconsciente, ok, você tem as não vou te dar mais do mesmo.

Eu vou sempre te dar mais do mesmo, mas isso que você quer, amor, vou te dar mais uns kilings só pra você, entendeu? Ah, você quer mais ser baixinho, quanto mais ser crescido, vai ser mais bonito, não tem prontade, isso não tem prontade correna, Bia? E ele vai falando, ah, você é vítima do seu marido, ele que...

ele não faz nada, eu vou ser que faz tudo, ah, você quer que... Se você pegar um lugar dele, então tá bom, eu vou fazer com que... Olá, assim, a mem pra tudo que tu fala.

Então, o verdade, eu sou... E, ora é vigiar isso, o que você está pensando, o que você está sentindo, o que você, principalmente, tem falado sobre si. É, né?

E isso é o que você tem que contar com o seu poder disso, porque quando você começa a isso pode parecer difícil. E no princípio é, no princípio é, mas como toda a construção de hábito, isso vai se tornando mais fácil, exato. Isso é um momento em que ele começa a entrar no automático, qualquer coisa.

Precisa da repetição? Precisa da repetição de hábito. É, a repetição, a gente não consegue mudar crianças e padrões.

A gente não consegue mudar nada na vida sem repetição, porque quanto você nasceu, quantos milvestro caiu antes de sair correndo? Quantas milvestro do Gagejo... Pega Gagejo, pra poder falar uma língua corretamente.

Sim, né? Quantos eles teve que fazer cada coisa na escola, a repetição de prova, sabe? A vida é assim, ela te dava oportunidade pra as pessoas, oportunidades, situações, pessoas de níveis diferentes, de cor diferentes, de graus, de escolaridades diferentes, de culturas diferentes, de religiões diferentes, no teu caminho pra que você possa entender que, eu preciso olhar pra tudo isso e eu preciso aprender com essas pessoas.

Esse é o sentido da vida. Eu vou lhe crescer junto com os outros. Contribuí-me.

Conte vou servir exatamente. Porque quanto mais situações, mais pessoas diferentes, eu tenho na minha vida mais lá aprendo. E esse movimento te leva pra si?

Sim, cada vez mais... Tem outro do que a gente tem estudado, né, juntas. Eu não faz ideia das responsabilidades, das missões que nós tínhamos, que nós temos aqui, né?

Existença. E fez muito sentido pra mim. Porque assim, como você começa a entender, sua missão com você, curar tudo em você, curar tudo aquilo que te machuca, entender que as pessoas que aparecem na sua vida, muitas vezes, elas estão na sua vida justamente pra abrir os seus blocos emocionais, pra que você possa curá-los.

Exato. Eles são necessários. São necessários.

A nossa missão, dois. A nossa missão, geralmente com a família, harmonizar as nossas relações, os 800 dentro da sua família, né, Bia? Que aí está a nossa maior desafio?

As nossas famílias são um grande desafio. E a maior parte da raça humana, como um todo, tem de fazer o quê? Não olhar pra isso.

A gente prefere afastar e por raça barriga. Continua no jogo. O nosso servir, a nossa missão 3, o nosso servir e mudar o longo da nossa existência.

E temos resistência contra isso, porque o nosso ego pode segurança, uma falta de segurança. Quantas pessoas ficam presas numa profissão que a sociedade disse que é boa, que o pai queria que ela precisasse. Ou que ela julga.

Ou que ela julga as a good for a caramba. Tem um estátua, um poder, um condição financeira, mas aquilo não faz o menor sentido, mais para a vida dela e ela continua ali. Às vezes tudo que aquela pessoa queria era ser lá, e para a praia, fazer ter as a nada.

E porque não fazer isso? Porque o ego fica dizendo nossa como, olha quantas pessoas a gente vê hoje, deixando carreiras com solidar para viver profissões ditas menores. Não existe isso.

Não existe profissão inferior ou superior. Existe aquilo que é o meu lugar? Exato, bem.

E a nossa missão espiritual. Gente, a gente tem, a gente tem alguma coisa para fazer aqui. Não vêmos aqui a toa.

Eu digo sem a toa. A gente é o canal, o meio pelo qual ele pode fazer a obra. E se esse canal, ele cair em tu pido, não dá pra ele fazer a obra no nosso lugar.

E esse limpa justamente através de terapias, através de auto-questionamento, de autobesevação, se julgamento, olha pra si com amor, com carinho, com aceitação, com auto-perdão, autobocos. Não adianta querer que o botar carrosa na frente do boi, porque não vai rolar. Não vai rolar.

Simplificar pra as pessoas, tem que estar aqui com a gente, justamente esse nosso trabalho como analisa excepcional. Porque esse entupimento que não permite essa comunicação do nosso coração, que é o cérebro do nosso eus-perior, que busca todas as respostas e traz as respostas de sabedoria pra nossa vida. Essa crença, esses traumas, as crenças limitantes, tudo que está aqui no nosso arcaico, vai criando literalmente uma casca que causa assim um boqueio que impede o coração de buscar as respostas.

Exato. Então, esse é o nosso trabalho como analisa excepcional. É ajudar essa pessoa, as pessoas, a limparam esses blocos emocionais, as crenças, traumas, os blocos.

E identificar onde ela não consegue ver essa azinha, porque não é fácil, a gente passou por isso. E a gente sabe, quando é difícil fazer esse caminho, sozinha, né? E quando a gente tem alguém na nossa frente, se entende a outra pessoa, né?

E se sabe que o quanto é importante, você entender a outra pessoa, o quanto é importante você ter feito o percurso. Porque senão não seria, não seria genuíno, não seria com amor, né? Com a colimento, seria no julgamento.

Sem julgamento. Entra-me em você. Exato.

E esse trabalho, ele é muito incrível, né? E quando a gente começa a fazer um apiamento duego, já conosco mesmo, né? Como até se fala, é, gente, é difícil, né?

O bicho vem, né? O bicho vem, o bicho vem, que vem galopando. Daí você, ó, a terra lá, calma.

E, ó, e até para nós, é a nossa própria formação, é um exercício de desenvolvimento, porque eu me lembro de uma aula, onde a taxa se falou, a respeito de tipos de pessoas que poderiam chegar até nós, né? Eu até acredito que pessoas que estão em um certo nível de inconsciência acabam não chegando, né, gente? Porque não vem nesse trabalho, uma possibilidade de cura, ou uma necessidade para a vida delas ainda, né?

E imagina, por exemplo, é, se chega para nós, nós, na hora de a gente fazer ali um apiamento de ego, ali mesmo na raiz, uma pessoa que, de repente, um pedófilo, olha o desafio para nós, como a terrapeuta, e como seres humanos, verdade, via. Não está o não julgamento. Total, exato.

Via apenas a essência da pessoa, não o que ele se tornou, o personagem que está na nossa frente. Exato, quando a taxa se fala, todo o ser humano em essência é luz. Exato, exato, é via além, outro dia, eu não sou alguém, e justamente, me questionei sobre isso, porque quantas vezes, quando as pessoas não nos convém, são pessoas que a gente julga ser inegativas, são pessoas que a gente julga ser empezadas, porque a gente está se identificando com o nosso falso eu, a gente se permite julgar essas pessoas, e se julgar, baseado no amor.

Olha a ideia além do que ela possa ser, sabe? Veu amor nessa pessoa, vea luz nela, vea essência dela, porque como seria, se eu tivesse nascido no lugar dela, com a mesma família, que eu tivesse vivido todos os traumas que ela viveu, andando que ela pode me dar, talvez seja uma agressão física, talvez seja um, um, um, um, um, sei lá, a minha ofender, né? Essesprezando, mas enquanto eu posso olhar para a pessoa e não me identificar com que ela está representando, com a pessoa da área dela, e olhar mais além e falar, ela tem a mesma essência que eu, lá de onde ela veio, sabe?

É isso. E via luz, ok, eu não me misturo com a energia dela, eu não me identifico com o personagem dela, mas está tudo certo, eu me vi o amor para ela, porque tudo que eu tenho, e é tudo isso que eu posso dar e não preciso falar para ela, que talvez se eu falar para ela que eu vou dar amor para ela, ela vai me agredir ainda mais, mas mentalmente, consi, sabe, consi entemente dentro da minha cabeça, eu posso fazer isso, aliás, eu devo fazer isso, se eu estiver em mim, se eu estiver na presença, quando a gente está na presença do pai, como eu te falei antes, não existe lugar para o julgamento, velho? Porque julgamento é falta de amor, se eu estou no julgamento, eu não estou no amor, se eu não estou no amor, eu não estou na essência, se eu não estou na essência, eu não estou no pai, eu estou perdida dele, eu não estou de volta para casa, sabe, sabe, aí, simplesmente, ok, me permitiu observar sem julgamento e começar a mudar como seria assim, eventualmente, e daí você começa a pensar todo mundo na rua, porque é tudo que você pode dar, você vai para o encherto, vai para o árabe, é com o curso negócio, na cabeça, tu olha para o crente, com o cabelo na bunda, aí, wow, que legal, tudo isso, tudo certo, tudo isso, leva Deus.

Sem equilhão, que todos, que essas diversidades existem, né? Asemprir as diversidades. As religiões, por exemplo, o meu entendimento hoje, é que cada um de nós, de acordo com o nosso nível de evolução, tem necessidade de estar em algum lugar, religiosamente falando, até mesmo, porquão, até mesmo, para a nossa própria proteção.

Por exemplo, eu nem me recordo, agora, uma das regiões, que seja mais retradas, mais que gorosas, mas, um, um espírito, um ser que esteja muito, muito no bicho, muito na inconsciência, na intolerância, muitas vezes ele vai estar dentro de uma religião extremamente fechada, porque, porque, é, ele precisa disso, como uma chão, mesmo de controle, um, um, um, pra isso, pra que esse tipo não causa, não tenha ações que possam causa mal, é ele próprio, justamente, tudo precisa disso. E tudo necessitado, sabe, por isso que, antigamente, com a minha arrogância, né, lá em cima do pedestal, né, se identificando com conhecimento, que nem conhecia, talvez, eu, eu falasse, ah, eu sou anti-religião, olha a arrogância, olha o nicho da arrogância, tipo, porque, todos os religios que eu frequentei, eu me decepcionei, porque eu tinha uma expectativa, é lógico, se você levar uma expectativa, você recepciona, porque o ser humano é imperfeito, na verdade nós somos perfeitos, mas, acreditamos na imperfeição, o que é diferente, é totalmente diferente, né? E, e é necessário, toda religião é necessária, porque existem pessoas, que são combatímpicos, quando se acabou de falar, pra que ela, uma outra tipo de religião, não serviria pra ela, porque ela precisa estar aqui, ó, ela precisa um direcionamento, ela precisa ser seguiada, nem todos nasceram pra olhar, muitos nasceram pra se seguir, eles vão levar pra cima, mas, é, esse é outro baio, esse é um outro de religião, não é, mas aí pra voltar o fio é que, finalmente, tá tudo dentro da ordem, porque cada um tem o direito, descolhe aquela que corresponde mais possível, e também tem o direito de mudar, quando já não está correspondendo mais com o nível de expansão que ela esteja, e que tudo é necessário, porque, finalmente, trabalha dentro de si, pra se conectar com os piritos santo, com a essência, com a nossa base, pra que a gente volte pra casa, o que importa de que religião, de que filosofia, você venha pra casa, contanto que você volte pra casa.

Exatamente. Porque eu vou dá pra casa, é objetivo. E o caminho você faz durante...

Exato, exacto. É bem isso, é isso. O caminho é sobre o tema de só "-ere".

O caminho é olhando pra si próprio, olhando pra mim. Não existe outro. quando você faz esse movimento, você encontra o caminho e devolta para casa.

E mesmo que seja desviado, né? Muitas vezes, desvia da volta, faz, não está? Não pega uma peça do que é para a cabeça, acho que é boa, não.

Quem encaixar lá onde não pode ser encaixado e a gente quer lá, dá pra fazer uma força. Não, não é essa peça ainda. Com essa peça, você vai aprender outras coisas.

A outra peça vai vina a hora certa, você precisa aceitar que não seja essa peça. Mas no final, todas as peças se complementam. Sim, que tudo necessário para que a gente tenha uma desistina.

São dois movimentos de observação. Se a gente não tem de entender, se a gente realmente soltar o controle, olhar com aceitação, fazer esse movimento, e estar pesado e estar difícil demais, revalir. Porque se você soltou o controle, se você está com um lugar de aceitão ativa, um, um, um, está se o que a gente está se está acontecendo na sua vida.

Mas a coisa não vai estar difícil, estar pesada, estar tirando a sua paz. Ainda é imbecil. Algo de errado ali.

E é preciso olhar para esse lugar com carinho, né? Com carinho. Sem julgar mesa, com aceitas, entender que se você entrar nesse ciclo, você vai ter resposta de uma forma muito clara.

Absolutamente. E aí também. Você consegue fazer os ajustes necessários.

De acordo com aquilo que a vida vai te trazendo, os aprendos usados que você vai tendo, mas tudo isso está sempre atento, sempre no horário de jai. Vai de jai, observação seja o gigamento. Desidentificação com ego, desidentificação com falsuleu.

Você não é ter um pensamento, você não é ter corpo, as suas infulsões, as infulsos como se diz. Não, se não é você. Você é essência, você é amor.

Outro dia uma pessoa me perguntou, via... Como foi que ela colocou isso? Ela falou que ela talvez...

Tivesse dúvida que ela não conseguisse amar. Que ela nunca foi amada na infância. E daí eu perguntei para ela.

E que tal você experimentar, observar o que que representa o amor para você? E começar a doaram os poucos. Sai desse lugar do passado, de só esperar, receber amor.

Passou, passado, foi. Agora você pode aprender a amar do ano amor. A Mundo como?

Amando. Amando como se disponibilizando para outro. Sai ainda do julgamento para com outro.

Aseitando que o outro seja com ele quer ser difícil. Mas quando você trabalha, olha para assim. Aos poucos você vai conseguir ainda, porque não é impossível.

Quando você vê você está amando. O que delícia, estou amando, velho. Estou amando até aquela pessoa que achava que era uma amada.

Aquela pessoa que passava na rua, meu Deus, não dava ter revio. Estou amando. Porque eu me permiti fazer esse movimento de sair do lugar de que eu não sei porque não ensinaram.

Ok, mas quantas coisas não ensinaram que eu quando eu quis eu fui aprendir? Exato. Quantas coisas?

Nós somos auto de datas. Quando nós queremos. Atenção.

A gente só quer quando nos convém. Isso é o movimento de olhar para a si é mais que meia. Meu Deus.

Eu amo ser terapilta. Também estou amando. Eu amo ser terapia como passei com você hoje, via.

É muito incrível. Obrigada. Obrigada.

É através da entrega que a gente se conhece, que a gente se descobre, que a gente vai buscar raiz, a força da raiz das nossas raízes. Uma flor não pode se bruxar. Se ela não está conectada com a raiz mais profundas.

Não, Alevio. A vermelha, é corta, tudo bem? É corta, é um flor.

Ela morre. O pós-deixar ela na água um pouco, mas ela está fatada. A gente se conhece, ela morre.

Eu também amei muito, via. A gente não conhece o idade. Vamos fazer mais vezes.

Vamos trazer outros senhos. Com muito prazer. O gratidão foi aceitado em seguida.

Eu falei, vamos fazer mais. Vamos. Legal.

Está aí da zona do conforto que é a zona de desconforto na verdade. Se luge no mar de pesão de conforto, mas na essa zona de desconforto, porque não está conforto nem não. Deja na maior neze.

E fazer limpar esse canal, via. Se dispô por contribuir quanto mais a gente contribui, mas a gente já sebe, contribui, se não. E pra conseguir pessoas que vem e as contribuirem muito.

Porque a gente também adorou. Ai, gabe, também a mente, amiga. E quanto mais a gente se dispõe, quanto mais a gente se entrega, mas você começa a ver coisas acontecendo assim.

De nada, né? E você fica, wow, por um gesto, por uma decisão, né? E ele indo, ele indo.

E a minha, o meu coração, a minha aula, a minha sentê, ele é salda tua com todo o risfeito. Gratidão. Gratidão em mesa.

Espero que o que nós... Me falando com os anos, quase duas horas. As duas horas.

As duas horas. Espero que tenha contribuído na felicidade. Cada pessoa que entrou, saiu durante a live.

E que também as que possam vir assisti depois. Que possam corresponder com a alma de cada uma. Que estiver em presente nos ouvindo via.

É verdade. Gratidão. Gratidão.

Gratidão. E vamos repetir em outro momento. E a gente tem muito pra dizer.

É muito pra que a gente contribua mais com as pessoas. A meio, a rua. Obrigada, meu amor.

Se quer com Deus. A todos que estão ficando bem. Até a próxima.

Beijo, carna, beijo brilhêo. Jessica, ninda, bueno, rilar e se o seu mar. Eu falo um moteiro e nem ser rano.

Anael, Eri, Eri, Zángela. Limani, que Maria Maria, todos vocês que tiveram pra aqui não dá pra ler tudo. Gratidão.

Então pela presença de vocês, gratidão pela escuta. E é por se permitir estar aqui, porque vocês poderiam estar fazendo outra coisa. Nesse exato momento.

Vocês estão se priorizando e nos homenageando gratidão. Gratidão também. Beijo, beijo, você.

O bia. Hoje tirou foto. Nossa, vamos continuar.

Vamos continuar. Vamos continuar. Agora não sei como que tirou os comentários.

Alme, eu já estava embaixo. Tem os três pontinhos aí. Então cuida nos três pontinhos e você consegue desativar os comentários.

Oi, agora sim. Olha, quase que se esquecia. Você faz um print?

Agora aí, vou fazer. Eu estou aí, vou ter vim. Minha visa.

Foi, deixa eu ver se está bonita. Que legal. Está linda.

Vou te mandar. Maravilha. Pode deixar salva.

Pode deixar salva. Vou pedir pra agora pra deixar. Com certeza.

Com certeza. Perceita. Você está mal te mandando linda.

Vejo você mesmo. Vai, tchau. Tchau, gente.

Como viver com mais significado?

Bye bye. Tchau.


Perguntas Frequentes

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Este artigo é baseado em conteúdo compartilhado por Jocely Hofmann em suas redes sociais. Para saber mais sobre hipnoterapia clínica e mentoria existencial, visite a página de serviços ou agende uma sessão.

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Jocely Hofmann

Hipnoterapeuta Clínica & Mentora Existencial

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